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Febre do Nilo faz vítima em SC e acende alerta para prevenção

Estado tem dois casos confirmados; vírus é transmitido por mosquitos e pode provocar complicações neurológicas

A confirmação de casos de febre do Nilo Ocidental em Santa Catarina acendeu um alerta para os cuidados contra a proliferação de mosquitos. O estado tem dois casos da doença em 2026, incluindo o de uma mulher de 77 anos que morreu após apresentar manifestações neurológicas.

No Brasil, são quatro casos humanos confirmados neste ano: dois em Santa Catarina e dois em São Paulo. A doença é transmitida principalmente pela picada de mosquitos infectados do gênero Culex, popularmente conhecidos como pernilongos.

A maioria das pessoas infectadas pelo vírus não apresenta sintomas. Em alguns casos, no entanto, a doença pode chegar a quadros graves e atingir o sistema nervoso, provocando complicações como encefalite e meningite.

Como acontece a transmissão

O ciclo da febre do Nilo Ocidental envolve principalmente aves e mosquitos. O inseto pode se contaminar com o vírus ao picar uma ave infectada e, em seguida, transmiti-lo por meio de novas picadas.

Entre os cuidados estão eliminar água parada e possíveis criadouros, manter os ambientes limpos e utilizar telas de proteção.

Prevenção começa no ambiente

A e-Control, empresa que atua no controle profissional de pragas, destaca que o trabalho preventivo permite identificar fatores no ambiente que favorecem a proliferação dos insetos e definir medidas adequadas para cada situação.

A orientação é não esperar o aumento da infestação para agir. A redução de criadouros e o controle da presença de mosquitos ajudam a diminuir a exposição da população não apenas ao vírus, mas também a outras doenças transmitidas por esses insetos.

 

Controle da presença de mosquitos é uma das medidas para reduzir riscos de transmissão de doenças

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